Ethiopian Airlines reafirma continuação de voos no país

Avião de passageiros da Ethiopian Airlines (Foto: Pedro Parente)

A transportadora Ethiopian Airlines vai continuar com as suas operações de voo para o país por ser um bom destino de negócios no continente, apesar da actual crise económica e financeira que o mundo enfrenta, reafirmou sexta-feira, em Luanda, o seu representante em Angola, Taye Kenenissa.

O responsável apresentou a posição, em declarações à Angop, a quanto da cerimónia comemorativa do trigésimo aniversário de serviço da companhia em Angola, assinalado a 19 de Junho, e dos 70 anos da sua primeira viajem, ligando as cidades de Addis Abeba (Etiópia) ao Cairo (Egipto).

Segundo o interlocutor, apesar de algumas transportadoras aéreas estarem a encerrar os seus serviços em Angola, em função da redução de clientes, a Ethiopian Airlines vai continuar a viajar para Luanda, “visto que Angola é um dos nossos maiores destinos operacionais no continente e espaço de realização de negócios”, reiterou.

Para o delegado, o actual momento é transitório, visto que o mundo já passou por fases destas e esta crise deve servir para a criação de novas oportunidades, já que, em tempos mais difíceis de guerra em Angola, a companhia sempre operou para o território angolano, sobretudo, trazendo ajuda humanitária ao serviço do Programa Alimentar Mundial(PAM).

Na ocasião, Taye Kenenissa fez igualmente referência a trajectória da empresa governamental ethiope, desafios, conquistas, apostas entre outros aspectos que vão elevar a sua performance, de formas a enfrentar o actual momento de crise financeira, dando enfoque a promoção de pacotes turísticos, em parceria com as autoridades locais.

A Ethiopian Airlines foi criada a 21 de Dezembro de 1945 e a sua primeira operação de voo realizou-se a oito de Abril de 1946, ligando as cidades de Addis Abeba ao Cairo (Egipto).

Actualmente funciona com cerca de 10 mil e 500 trabalhadores, 78 aeronaves, mais de 92 destinos e várias parcerias de “codê share”, que permitem a resolução dos problemas dos passageiros em trânsito em duas horas no máximo.

A referida transportadora opera cinco dias para Luanda (Angola), durante a semana, e pretende manter a frequência, apesar da actual situação financeira que afecta igualmente o mercado da aviação.

Participaram da actividade comemorativa, trabalhadores da transportadora, membros do INAVIC, representantes de companhias aéreas, membros da comunidade aeronáutica, agências de turismo e convidados. (ANGOP)

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