BP Angola investe cerca de USD 30 biliões nos últimos 20 anos

BP faz lançamento oficial do Relatório de Sustentabilidade na pessoa do Darryl Wills -presidente regional (Foto: Rosário dos Santos)

A empresa petrolífera BP Angola investiu, nos últimos anos, cerca de 30 biliões de dólares norte-americanos em vários projectos de desenvolvimento e exploração de campos petrolíferos do offshore angolano, disse hoje, em Luanda, o presidente regional da BP Angola, Darryl Willis.

Segundo o presidente, falava na apresentação do relatório de sustentabilidade de 2015, o sucesso dos investimentos deve-se a eficiência dos trabalhadores e da empresa em particular que tem demonstrado resultados significativos.

Disse que em 2015, a companhia lançou a sua visão estratégica para a próxima fase da sua presença em Angola, a qual define prioridades claras assentes nos pilares da segurança ocupacional, competitividade e recursos humanos.

“A conjuntura económica tem sido extremamente difícil, com a queda dos preços do petróleo a ter um grande impacto na indústria a nível mundial e em países como Angola, em que as receitas do governo dependem em larga medida do petróleo e gás”, disse.

Nas actuais condições, prosseguiu, a BP caracterizou como baixos por muito tempo mas não para sempre, daí a necessidade de garantir uma competitividade acrescida.

Darryl Willis fez saber que a produção excedeu às expectativas e a fiabilidade foi em média superior a 90 porcento e conseguiu uma gestão eficaz dos custos.

“ Apesar da conjuntura económica difícil, continuamos a pesquisar futuros desenvolvimentos e a manter conversações com a Sonangol sobre novas oportunidades. Continuamos, como é óbvio, a assegurar a operação tão eficiente quanto possível dos nossos activos actuais”, acrescentou.

Em 2015, prosseguiu, celebramos o arranque de nova produção de petróleo de campos satélite com os nossos parceiros no Kizomba, bem como uma importante descoberta no bloco 24. Continuamos a investir e a apoiar comunidades e instituições angolanas em todo o país, promovendo a capacitação, a educação e o empreendedorismo.

O responsável explicou que a taxa de angolanização na empresa atingiu em 70 porcento em 2015 e pretende atingir em 90 porcento em 2020. (ANGOP)

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