Zaire: Administradora quer mais fiscalização nos sinais de navegação nocturna

Farol de navegação (Foto: Jorge Monteiro/Portal de Angola)

A administradora municipal do Soyo, Lúcia Maria Tomás, defendeu quinta-feira, nesta cidade, a necessidade de se redobrar as medidas de segurança para se evitar as constantes sabotagens dos faróis e farolins existentes ao longo do canal fluvial que liga os municípios do Soyo e Nóqui (Zaire) com as localidades do Muanda, Boma e Matadi, na região do Congo Central (RDC).

Ao intervir na quarta reunião das Capitanias dos Portos de Angola, que decorre desde uinta-feira no soyo, a administradora lamentou as constantes acções de vandalismo e sabotagem que são alvos os faróis e farolins colocados ao longo deste canal fluvial.

Para o efeito, sugeriu a realização de um encontro entre as autoridades angolanas e congolesas para se discutir essa situação que provocou a interdição da navegação nocturna neste itinerário fluvial, por falta de sinais de iluminação.

“Temos que discutir está situação com as autoridades da RDC para, uma vez por todas, acabarmos com este cenário que temos assistido nos últimos anos”, reiterou.

A capitania do Porto do Soyo tem, entre outras missões, cumprir e fazer cumprir as disposições legais relativamente à marinha mercante, comércio, rebocadores e embarcações auxiliares, bem como a segurança e disciplina à navegação e assistência aos banhistas.

A sua área de jurisdição vai do norte de Nóqui à ponta de Kinzau (Tomboco) e a margem direita do rio Loge (entre Nzeto e Bengo). (ANGOP)

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