Telecomunicações em análise em conferência de imprensa

José de Carvalho Rocha, Ministro das Telecomunicações e Tecnologias de Informação (Foto: Joaquina Bento)

O ministro das Telecomunicações e Tecnologias de Informação, José Carvalho da Rocha, aborda, hoje, em Luanda, em conferência de imprensa, os principais desafios do sector.

O encontro decorre a partir das 11 horas, nas instalações do Gabinete de Revitalização e Execução da Comunicação Institucional e Marketing da Administração (GRECIMA).

Espera-se que o ministro e jornalistas cinjam as suas preocupações em torno do satélite angolano que deverá ser colocado em órbita em 2017, a qualidade de serviços de telefonia e internet e a abertura do mercado para novas operadoras de telefonia.

Um tema de relevância será, seguramente, a abordagem em torno do Infrasat, um projecto concebido pelo governo angolano para as telecomunicações em todo o país, com autonomia própria, apesar de ser tutelado pelo operador público nacional Angola Telecom.

Ainda relacionado com esta temática, os jornalistas procurarão saber se os serviços comerciais da Infrasat já foram lançados, quantos operadores nacionais e estrangeiros estão registados no sistema, quantos clientes e se os cerca de 150 Vsats instalados em to o país já estão em funcionamento.

Outra questão que poderá ser aflorada é o custo de chamadas telefónicas, sobretudo nas redes móveis, o acesso às tecnologias de informação e comunicação e à internet a baixo custo, bem como as frequentes faltas de sistema de comunicação nos bancos.

A ciber-segurança poderá ser outro dos assuntos a tratar.

Em Abril deste ano, em coordenação com o GRECIMA, representantes do executivo começaram a apresentar as realizações e os desafios do seu sector em conferência de imprensa.

No quadro do programa comunicacional, o governador de Luanda, Higino Carneiro, foi o primeiro a intervir neste modelo de abordagem.

A última conferência aconteceu a 10 deste mês e o protagonista foi o ministro da Energia e Águas, João Baptista Borges, de quem se soube da necessidade de 29 mil milhões de dólares para o executivo realizar com sucesso os projectos constantes da carteira do sector até 2025. (ANGOP)

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