Reactivar a “lavra e oficina” constam das perspectivas da direcção da UEA para 2016

Carmo Neto, Secretário-Geral da União dos Escritores Angolanos (UEA) (Foto: Lino Guimarães)

Reactivar a breve prazo o boletim informativo “lavra e oficina?”da União dos Escritores Angolanos (UEA) constam das perspectivas para o corrente ano, anunciou nesta quinta-feira , em Luanda, o secretário-geral da organização Carmo Neto.

O secretário que falava à Angop a propósito dos direitos de autores e conexos avançou que entre as prioridades está também a realização das Makas à Quarta-feira em diversas províncias do país, bem como no exterior, sobretudo naqueles em que a literatura angolana é lida mais com pouca representatividade, como é o caso de Portugal, onde se lê em português mas pouco são os escritores angolanos conhecidos e reconhecidos.

“Vamos também realizar algumas acções sobre a produção escrita criativa, dando igualmente prosseguimento e maior importância a cátedra Agostinho Neto que já foi institucionalizada na Universidade da Itália”, prosseguiu.

A direcção da UEA tem ainda em perspectiva a continuidade do projecto imobiliário que consiste na criação de espaços sociais que podem ser terciarizados, gerando rendimentos financeiros que possam financiar inúmeras actividades, edições de livros, realização de congressos, de modo a promover literatura a nível do país e fora dele.

A UEA é a mais antiga organização civil cultural, tendo sido fundada a 10 de Dezembro de 1975, tendo como primeiro presidente da mesa da assembleia-geral António Agostinho Neto.

O dia do nascimento da UEA foi testemunhado por uma vintena de escritores, que se tornaram membros fundadores. Na lista pontificavam notáveis como Luandino Vieira, Arnaldo Santos, António Jacinto, António Cardoso, Jofre Rocha, Fernando Costa Andrade “Ndunduma” e Aires de Almeida Santos. (ANGOP)

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