Huíla: Banco Mundial disponibiliza USD 400 milhões para projectos em Angola

Huíla: Mais água na província (Foto: Morais Silva)

O Banco Mundial vai disponibilizar, ainda este ano, 400 milhões de dólares norte-americanos destinados à melhoria e extensão de sistemas de captação e distribuição de água potável, assim como para o segmento do saneamento básico.

O facto foi sexta-feira, revelado à imprensa, no Lubango, pelo director provincial de Energia e Águas da Huíla, Abel João da Costa, à saída de um encontro de concertação mantido com uma missão do Banco Mundial.

Segundo o gestor este montante vai financiar programas de desenvolvimento ligados as áreas das águas e saneamento nas províncias da Huíla, Bié e Huambo, no quadro da parceria que aquela instituição financeira tem com o governo angolano, através do programa de desenvolvimento institucional do sector das águas.

“”Haverá um financiamento muito grande ao níovel do nosso país, a volta dos 400 milhões de dólares, que não tem apenas a ver com o sector das águas, circuito de gestão e suas capacidades, mas também como o recursos hídricos de uma maneira geral, com a instalação de estações e controlo, buscando politicas de gestão correctas”, sublinhou.

Acrescentou que como benefício imediato para a Huíla, o projecto Programa de Desenvolvimento Institucional do Sector das Águas (PDISA), tinha previsto para a sua segunda fase, que arranca este ano, a extensão da rede de canalização por 340 quilómetros e agora passou para 400.

Abel João da Costa afirmou que o projecto orçado em mais de sete milhões de dólares americanos, permitirá efectivar 50 mil ligações domiciliares e vai beneficiar mais de 300 mil residentes nos bairros da Mapunda, António Agostinho Neto, Santo António, Comandante Cowboy, Mitcha, João de Almeida e Nambambe.

A primeira fase iniciada em 2010 desenvolveu acções em várias componentes, nomeadamente, de apoio institucional, concepção e execução de sistemas de abastecimento em alguns bairros do Lubango.

Explicou que na primeira fase foram concluídas 60 quilómetros e quatro mil e 600 ligações aos domicílios nos bairros da Lage, Mitcha, Hélder Neto, Comercial e Lucrécia, esperando inserir-se mais 500 ligações com um outro financiamento. (ANGOP)

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