Governante defende que famílias devem se envolver no processo agro-pecuário

Filomena Delgado - Ministra da Família e Promocão da Mulher (Foto: Lino Guimarães)

As famílias angolanas são chamadas a se envolverem no processo agro-pecuário, industrialização artesanal, bem como enquadrar-se em todos os sectores que geram lucros para que o país dependa menos da importação e se diversifique a economia.

Esta afirmação é da ministra da Família e Promoção da Mulher, Filomena Delgado, quando falava (quarta-feira) à imprensa à margem do 19º conselho consultivo do seu pelouro que encerra hoje quinta-feira.

Segundo a governante, o agro-negócio é a base do desenvolvimento do país nesta fase em que se atravessa uma situação económica baixa.

Acrescentou que a agricultura tem um papel grande na diversificação da economia, embora seja um processo que tem altos e baixos e neste período (Maio) as famílias estão a colher a campanha agrícola 2015/2016.

Salientou que tudo está a ser feito para apoiar os camponeses com “imputs” agrícolas, incluíndo sementes “como disse há dias o ministro da agricultura, Afonso Pedro Canga”.

Garantiu que estão a organizar e reorganizar as mulheres em associações, bem como formar cooperativas, umas mistas e outras só de mulheres para que elas possam dar o seu contributo na diversificação da economia, começando com a agricultura e industrialização artesanal.

Fez saber que muitas mulheres estão a ser formadas no âmbito do processamento alimentar e estão a criar as bases para que se possa fazer o revê desta situação crítica actual do país.

Por outro lado, avançou que a violência está a preocupar sobremaneira não só o seu sector, mas toda a sociedade e é um tema que vai continuar a ser debatido, porque com violência não há desenvolvimento, paz, estabilidade familiar e social.

O 13º conselho do Ministério da Família e Promoção da Mulher decorre em paralelo com o 19º Conselho Nacional da Família sob o lema “O contributo das Famílias Angolanas no Processo da Diversificação da Economia”.

O acto foi aberto pelo ministro da educação, Mpinda Simão. (ANGOP)

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