Bié: Decorre XIX conselho da Família na província

Bié: DIFAMU realiza conselho provincial da família (Foto: Jilmar Enoque)

Mais de 200 individualidades da província do Bié estão reunidas hoje, sexta-feira, na cidade do Cuito, no XIX conselho provincial da Família, promovido pela da Direcção da Família e Promoção da Mulher (DIFAMU), no âmbito do programa do Governo que visa a moralização da sociedade.

Na abertura do encontro, a responsável da DIFAMU no Bié, Carolina Vihemba Isaac, avançou que os participantes ao conselho estão a reflectir temas que coloquem a família no centro das atenções, de modo a promover valores morais, éticos, cívicos, patrióticos, culturais, religiosos, entre outros na sociedade.

Carolina Isaac Vihemba apelou igualmente à necessidade dos pais servirem de exemplo diante dos filhos, para promover uma participação mais activa das famílias na solução dos problemas da comunidade, essencialmente de saneamento básico e nos cuidados primários de saúde.

Já o vice-governador para o sector Político e Social da província do Bié, Carlos Ulombe da Silva, defendeu a necessidade dos membros ao conselho discutiemr aspectos que contribuam de forma positiva nas inquietações da família, mormente na mudança de comportamento nos lares.

O XIX conselho da Família está a debater entre vários temas, a família e comunidade como depositários dos valores humanos e convivência social, minha família, minha inspiração perspectiva de educação e promoção de modelos de referências na sociedade e outros.

O papel da família e da comunidade na promoção de uma cidadania activa e participativa, participação do cidadão nas questões de saneamento e desenvolvimento das comunidades, ética e a observância dos valores morais nas instituições escolares e de serviços, o papel a família na diversificação da economia, trabalho como valor fundamental a ser incumbido nas novas gerações, faz parte do certame.

Testemunham ainda no evento, o juiz presidente do Tribunal do Bié, Octávio Dinis Chipindo, os vice-governadores, directores provinciais, autoridades tradicionais e religiosas, deputados à Assembleia Nacional, efectivos das Forças Armadas e do Ministério do Interior e sociedade civil. (ANGOP)

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