Bié: Aumento da população penal nas cadeias constitui preocupação do Governo

(DR/Arquivo)

A secretaria provincial da Organização da Mulher Angola (OMA) no Bié, Amélia Calumbos Quintas, afirmou hoje, sexta-feira, no Cuito, que o aumento da população penal nas cadeias constitui preocupação para o Governo, essencialmente a melhoria das condições de atendimento dos mesmos.

Amelia Calumbos Quintas teceu estas considerações durante o encontro com os reclusos confinados na unidade penitenciária do Cuito, realizado no âmbito das actividades promovidas pelo secretariado da OMA na região, em saudação a XI Conferencia provincial do Partido, programada para este mês (Maio).

A partidária sublinhou que, o governo tem que preocupa-se com o alojamento condigno, alimentação, segurança, assistência medica e medicamentoso em benefício do preso, daí, a necessidade da sociedade, mormente a juventude procurar mudar de comportamentos indecorosos para afastar-se do confronto com a lei.

Apelou para a necessidade dos reclusos, após do cumprimento das penas, transformarem-se em mensageiros, tendo em conta as experiencias vividas na cadeia, pelo cometimento de crimes. “As cadeias não servem para castigar, mais sim para contribuir na mudança de mentalidade dos cidadãos em conflito com a lei.

Realçou ainda a necessidade dos reclusos concentrados nas cadeias da província, continuar a reforçar o amor ao próximo, cultivar o espírito de perdão, paz e fazendo sempre o bem ao irmão, bem como, o respeito a constituição, dos símbolos do país, de modo a engrandecer harmonia social entre os presos e as famílias em particular.

Entretanto, durante a visita, foram entregues diversos meios, detergentes, óleo vegetal, arroz e outros, com a finalidade de melhorar as condições sociais dos reclusos naquela instituição de justiça.

Na ocasião, o responsável em exercício da unidade penitenciária do Cuito, intendente – prisional Adelino Alfredo Baca louvou a iniciativa da OMA, salientando que, vai reforçar a alimentação e garantir higiene as pessoas privadas de liberdade naquela instituição.

Os serviços penitenciários do Bié, controla 992 reclusos, destes 787 na cadeia do Cuito, sendo que 397 estão condenados e 390 outros detidos, enquanto os demais encontram-se na cadeia do Capolo, cerca de 62 quilómetros a sul da cidade do Cuito. (ANGOP)

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