Amangola quer alargamento dos conselhos de auscultação social

Job Capapinha - Presidente da Amangola/Arquivo (Foto: Edilson Domingos)

O alargamento e democratização dos conselhos de concertação e auscultação social aos vários níveis, foi solicitado recentemente pela União das Associações Locais de Angola (AMANGOLA), no sentido de haver mais dialogo nas localidades para que sejam encontradas as soluções dos problemas.

De acordo com o presidente da Comissão Directiva (CD) da Amangola, Job Capapinha os conteúdos das matérias em apreciação devem ser melhorados de forma à abordar-se em conjunto (governante e governados) os problemas de cada localidade, apontando-se as soluções.

Nesta senda, o dirigente associativo defendeu a promoção de outros encontros informais, onde de forma justa os programas de governação devem reflectir na medida do possível as preocupações e necessidades dos munícipes.

“ A inteligência, capacidade e a disponibilidade de todos e de cada Angolano devem estar acima das cores partidárias sempre que se trate de desenvolver os municípios “ acentuou.

Ressaltou que há tempo para se fazer política partidária, mas que o momento actual é para resolver os problemas do povo, face a crise económica e financeira que o país está a viver.

Frisou que a inteligência e o trabalho de todos enquanto Angolanos devem ser utilizadas para alimentar e oferecer mais saúde as populações nos vários municípios, comunas, distritos, bairros e kimbos, independente da cor partidário ou crença religiosa de cada um.

A Amangola, Instituição de utilidade pública, criada a 6 de Julho de 2013, funciona com delegações nas 18 províncias do país.

A organização, de carácter privado, ganhou o estatuto de utilidade pública, numa deliberação do Conselho de Ministros, aprovada na sua Sessão de 25 de Março de 2015.

A Amangola tem como objectivo participar no desenvolvimento das comunidades e na divulgação da constituição da República de Angola, dentro e fora do país. (ANGOP)

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