Três meses sem Parlamento em São Tomé

(Miguel Martins/RFI)

O Parlamento em São Tomé e Príncipe está há três meses sem funcionar o que tem provocado algumas situações incómodas no que diz respeito por exemplo à reforma monetária que o Governo quer passar sem uma autorização parlementar.

O partido de Convergência Democrática, PCD, em conferência de imprensa dada esta sexta feira aos órgãos de comunicação social apelou para uma melhor gestão do poder judicial.

Arlindo Carvalho, Presidente da referida força politica, comentou a questão relativa à reforma monetária, afirmando ser necessário um amplo consenso.

O primeiro-ministro, Patrice Trovoada, momentos antes da sua última viagem a Angola reagira a este assunto, afirmando que os assuntos de confidencialidade não devem ser tratados em praça pública e que não é tão necessário que o seu executivo disponha de uma autorização parlamentar para proceder à reforma monetária.

Entretanto, prevê-se para breve a plenária da Assembleia Nacional depois das férias parlamentares, o órgão legislativo tem estado reunido em várias comissões especializadas em função dos temas a analisar.

Ainda na última quinta-feira os deputados foram elucidados pelo PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento) sobre os objectivos de desenvolvimento sustentável para que este órgão de soberania seja um elemento fundamental na implementação dos Objectivos de Desenvolvimento Sustentável.

Por outro lado, a ilha do Príncipe comemora esta sexta feira os 20 anos da sua autonomia e o presidente do governo regional, Tozé Cassandra, reconhece com humildade que ainda há muito por fazer em prol dos interesses dos cidadãos no contexto regional, mas também sublinha que muito foi feito. (RFI)

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