Presidente Obama na Alemanha defende estreitameto de relações económicas

Acompanhado da chanceler alemã, Angela Merkel, presidente Obama pasa em revista guarda de honra (AP)

O presidente americano Barack Obama reuniu-se hoje com a chanceler alemã, Angela Merkel, na cidade industrial alemã de Hanover para conversações abordando temas tais como as relações económicas e a crescente ameaça terrorista à segurança transatlântica.

O encontro assinalou o inico de uma vista de dois dias do presidente Obama à Alemanha que incluirá também conversações com os líderes da Grã Bretanha, França e Itália.

O presidente Obama afirmou, durante uma conferência de imprensa conjunta, que os Estados Unidos e a União Europeia devem avançar com um histórico acordo sobre comércio livre apesar da grande oposição ao mesmo.

Onbama e Merkel pretendem angariar mais apoio para a Parceira para o Comércio e Investimento Transatlântico, o pacto de comércio livre que está a ser negociado entre os Estados Unidos e a União Europeia.

Os opositores argumental que o pacto daria demasiado poder às multinacionais em detrimento dos consumidores e dos trabalhadores.

Estima-se que um acordo do género acresceria 100 mil milhões de dólares anualmente às economias dos dois lados do Atlântico.

Obama e Merkel vão também participar hoje na abertura da Feira Industrial de Hannover considerada como a maior feira do género em todo o Mundo incluindo mais de 6 mil e 500 expositores provenientes de 70 países.

A Casa Branca afirma que a ocasião põe em destaque a importância da colaboração entre os Estados Unidos e a Alemanha em muitas questões incluindo a economia e o comércio.

OBAMA OPÕE-SE AO ENVIO DE FORÇAS TERRESTRES PARA A SÍRIA

O presidente americano Barack Obama afirmou que não consideraria o envio de forças terrestres para a Síria e acrescentou que deve haver mais do que um esforço militar para resolver os problemas do país.

Numa entrevista à BBC, Obama considerou que seria um erro os Estados Unidos ou a Grã-Bretanha enviarem forças terrestres para derrubar o regime do presidente Bashar al Assad.

Em vez de uma confrontação directa, disse o presidente americano, a comunidade internacional deve exercer pressões sobre a Rússia e o Irão para chegarem a um acordo com os rebeldes no sentido da formação de um governo de transição.

Obama acrescentou contudo que a coligação liderada pelos Estados Unidos prosseguiria com os ataques aéreos contra posições do grupo Estado Islâmico em locais tais como Raqqa e Mosul. (VOA)

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