O Islamismo na África Lusófona

Mesquita em Maputo (AP)

Os muçulmanos da África Lusófona não aderem em massa a movimentos extremistas

Politólogo e arabista, Raul Braga Pires defende que nos países africanos lusófonos como a Guiné-Bissau e Moçambique, as populações muçulmanas não aderem em massa a movimentos extremistas islamitas devido à convivência com o colonialismo português e a possíveis memórias de clandestinidade durante a guerra pela independência.

Raul Braga Pires diz que quer a Guiné-Bissau quer Moçambique são plataformas logísticas para alavancar actividades terroristas de cariz islâmico, mais do que locais para angariar novos membros para organizações terroristas como DAESH, Al-shabab, al-Qaeda ou Boko Haram. (VOA)

por Ana Guedes

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