Malanje: Segunda fase de recolha de cães vadios aberta na sexta-feira

Cães Vadios (Foto: Lino Guimaraes)

A segunda fase de recolha de cães e outros animais vadios na cidade de Malanje, arrancou sexta-feira, numa iniciativa da administração municipal, que visa combater a proliferação destes animais no casco urbano e prevenir as doenças, como a raiva.

A actividade a decorrer até aos próximos dias, está a ser levada a cabo por técnicos da administração municipal e abrange o casco urbano e bairros periféricos da cidade de Malanje.

De acordo com o administrador municipal de Malanje, Osvaldo Naval dos Santos, a medida visa fazer face ao número de caninos soltos e reduzir as mordeduras que se registam nos últimos dias.

O responsável disse haver registo de muitos animais vadios, com destaque para cães, a circular pelo casco urbano, por isso urge a realização dessa campanha.

Acrescentou que todos os bichos a serem capturados serão sacrificados, por questão de segurança dos cidadãos, uma vez que muitos são portadores de raiva.

Por esse facto, Osvaldo Naval dos Santos apelou os cidadãos, no sentido de manter os seus animais de estimação nos quintais, sob pena de serem recolhidos e sacrificados.

Precisou que há indícios de elevado número de cães raivosos e mortes de pessoas por mordedura, por isso constitui uma preocupação de saúde pública a circulação de animais vadios pelas ruas da cidade de Malanje.

Entretanto, o Director municipal de saneamento e espaços verdes da administração municipal de Malanje, João Viegas, responsável pela campanha, disse que a captura teve início no Hospital Regional de Malanje, por ser um local onde deambular muitos cães.

Explicou que só depois do hospital é que a captura se expandiria pelas artérias da cidade de Malanje.

João Viegas disse que a campanha conta com a colaboração a direcção de saúde e dos serviços de veterinária através dos seus especialistas, na aplicação das doses tóxicas para a neutralização e sacrifício dos animais.

Explicou que estão a ser usadas redes de captura, varas, atrelado com gaiola para retenção e meios letais altamente tóxico para o sacrifício.

A primeira fase de recolha de cães vadios aconteceu no ano passado. (ANGOP)

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