Ler Agora:
General Kamorteiro enaltece consolidação da paz 14 anos depois
Artigo completo 2 minutos de leitura

General Kamorteiro enaltece consolidação da paz 14 anos depois

O vice-chefe do Estado Maior General das Forças Armadas Angolanas para Logística e Infra-estruturas, general Geraldo Abreu Muengo Ukwactitembo “Kamorteiro”, considerou em Luanda, que volvidos 14 anos os angolanos conseguiram consolidar a paz, pelo que o povo pode congratular-se por isso.

Falando em entrevista à Angop, por ocasião dos 14 anos da assinatura do acordo de paz (4 de Abril 2002), do qual é co-signatário, o general Kamorteiro destacou, entretanto, que 14 anos depois “a paz é um processo e não um acto”.

Referiu que ao assinar, pela Unita, com o governo angolano este importante documento sentiu o peso da responsabilidade porque estava convicto de que se tratava de uma questão sensível.

“Sentia na altura a responsabilidade. Não foi fácil porque sabíamos que estávamos a tocar numa questão sensível, pois Angola tinha vivido uma guerra quase de três decênios,” mencionou o responsável militar.

Considerou o acto de assinatura delicado e de grande responsabilidade porque, acrescentou “nós acreditávamos que havia muitos cépticos também, conforme vocês poderiam testemunhar . Daí que quando hoje temos já vividos 14 anos de paz congratulamo-nos e é um orgulho para nós em particular e para todo povo angolano”.

A 4 de Abril de 2002 foi assinado o Memorando de Entendimento Complementar ao Protocolo de Lusaka entre o Governo angolano e a UNITA, acto que mudou o curso da história da República de Angola.

O acordo, rubricado no Palácio dos Congressos, em Luanda, e assistido pelo Presidente da República, José Eduardo dos Santos, e por representantes da comunidade internacional, simbolizou o fim de um longo período de guerra que deixou milhares de deslocados, mutilados e órfãos.

A partir da assinatura do documento, o 4 de Abril foi instituído feriado nacional e passou a ser, entre os angolanos, uma referência histórica importante na luta do povo, por marcar uma viragem decisiva no processo político e no de desenvolvimento de Angola.

A data constitui igualmente uma das maiores conquistas do povo angolano após a independência nacional, proclamada em 11 de Novembro de 1975, pelo fundador da nação angolana, António Agostinho Neto. (ANGOP)

Deixe um comentário

Seu endereço de email não será publicado. Os campos com são obrigatórios *

Input your search keywords and press Enter.
Translate »