Assinala-se hoje o Dia Mundial de Combate ao Paludismo

Simbolo da OMS (Foto: Pesquisa)

Assinala-se hoje, 25 de Abril, o Dia Mundial de Combate ao Paludismo, instituído em 2007 durante uma sessão da assembleia da Organização Mundial da Saúde (OMS).

A efeméride tem como objectivo relembrar a existência da malária e incentivar o esforço global para a luta contra esta doença. Este dia torna-se numa boa oportunidade para os países afectados trocarem experiências e apoio mútuo.

Este ano, a OMS, que lança um apelo aos países para implementarem medidas concretas e multissectoriais a fim de mobilizarem os recursos adequados para pôr fim ao paludismo, comemora a efeméride sob o lema “Acabar de vez com o paludismo”.

Segundo uma mensagem da directora Regional da OMS para a África, Matshidiso Moeti, há a necessidade de se acelerar e manter os esforços para derrotar o paludismo. Para tal deve-se aproveitar os êxitos do passado e redobrar os esforços na luta contra esta doença que continua a devastar e a empobrecer as famílias e os países da Região.

A mensagem realça ainda o extraordinário compromisso individual das pessoas, agregados familiares, das comunidades, dos profissionais de saúde, das autoridades nacionais e dos parceiros que tornaram possível este feito.

Embora se tenham realizado progressos assinaláveis, o paludismo continua a ser um dos grandes desafios de saúde pública em África, onde ocorreram mais de 80 porcento dos casos e 90 porcento de óbitos a nível mundial em 2015. Para além destes, treze dos quinze países que comportam 80 porcento dos casos estimados de paludismo a nível mundial são países africanos. “ É preciso fazer muito mais para alcançar a nossa visão de pôr um fim ao paludismo na Região Africana.

Felizmente, a solidariedade mundial existente para um mundo livre do paludismo foi aumentada graças os Objectivos de Desenvolvimento Sanitário (ODS) para acabar com o paludismo até 2030” realça a mensagem.

A OMS indica que, em colaboração com os seus parceiros, elaborou a Estratégia de Combate ao Paludismo em África (2016-2030), a qual proporciona uma plataforma regional, para coordenar a acção com vista a se alcançar uma África livre do paludismo. Para além destas, reitera que vai prestar apoio aos países da Região para, entre outras acções, melhorar as bases factuais para a focalização das intervenções, coordenar e facilitar uma plataforma regional robusta para a responsabilização de todos os intervenientes. (ANGOP)

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