Administrador do BNA reconhece fragilidades das competências dos técnicos

Manuel António - Adiminstrador do BNA (Foto: Gaspar dos Santos)

O administrador do Banco Nacional de Angola (BNA) para os Recursos Humanos, Manuel António, reconheceu hoje, em Luanda, existir fragilidades no domínio das competências dos profissionais que trabalham no sector bancário.

De acordo com o administrador, que falava à imprensa, no Workshop sobre Recursos Humanos, promovido pelo BNA e pelo Instituto de Gestão Macroeconómico da Comunidade dos Países da África Austral (MEFMI), o sector financeiro é dos mais dinâmicos da economia mundial e que alavanca a integração das economias.

Segundo disse, para melhorar a qualidade e a competência dos profissionais, o Banco Nacional de Angola (BNA) tem realizado cursos de superação aos seus técnicos, complementando com as experiências de outras organizações, como Fundo Monetário Internacional (FMI).

Salientou que em quase todas as organizações, geralmente, o sector dos recursos humanos não é nuclear, apesar de ser aquele que mais influencia os destinos das estruturas, através de bons recrutamentos e formação, para potenciar as organizações.

“O Instituto de Gestão Macroeconómico da Comunidade dos Países da África Austral (MEFMI) está preocupado com a lavagem de dinheiro, com as políticas macroeconómicas, gestão da divida, e nunca está virada para a gestão do seu pessoal”, considerou.

“Nos queremos bons gestores na área financeira dentro da organização, infelizmente a atenção que demos aos técnicos dos recursos humanos, ainda não é satisfatório. Queremos fazer dos recursos humanos também como um parceiro estratégico ”, rematou.

O Banco Nacional de Angola, que conta com pelo menos mil e 800 trabalhadores, é o Banco Central de Angola e o único responsável pela política monetária do país. (ANGOP)

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