Rastreio precoce reduz incidência do cancro

Vacina de prevenção contra o cancro do colo do útero (Foto: Pedro Parente/Arq)

A especialista em Ginecologia e Obstetrícia, Ilda Madeiro, advogou hoje, terça-feira, em Luanda, a importância do rastreio do cancro do colo do útero de forma regular, no diagnóstico precoce da doença antes, que assuma “a forma invasiva”.

Ao tomar da palavra na palestra sobre “Prevenção do cancro do colo do útero”, realizada pela ENANA, sob a égide da empresa Luanda Medical Center, Ilda Madeiro sublinhou que, quanto mais cedo o tratamento tiver início, mais alta será a taxa de sucesso e de eficácia.

Recomendou, por isso, as senhoras a realizarem o exame de “Papanicolau” três anos após darem início à sua actividade sexual, ou a partir dos 21 anos, devendo o mesmo (exame) ser realizado de três em três anos.

“As mulheres com idades compreendidas entre os 65 e os 70 anos e que, durante os últimos 10 anos, tenham realizado pelo menos três exames com resultados normais e nenhum exame com alterações, podem decidir, depois de abordar a questão com o seu médico, deixar de realizar o rastreio do cancro do colo do útero”, afirmou.

Aconselhou, igualmente, a todas as mulheres que tenham sido submetidas a histerectomia (cirurgia para remoção do útero ou do colo do útero), não necessitam de realizar o rastreio do cancro no caso da histerectomia total.

O Câncer ou cancro do útero é um tumor maligno dos tecidos do útero, e afecta principalmente o colo do útero e o endométrio (revestimento do útero), e em casos raros, o músculo uterino, designando-se leiomyosarcoma. (ANGOP)

SEM COMENTÁRIO

DEIXE UMA RESPOSTA