Nova Lei do Investimento Privado é apresentada ao empresariado chinês

Presidente do Conselho de Administração do APiex, António Henriques Silva, que se encontra na China para atrair investidores (Foto: Clemente Santos)

A Nova Lei do Investimento Privado de Angola foi apresentada nesta quarta-feira, em Beijing, República Popular da China, à classe empresarial deste país, num evento que juntou pelo menos três mil potenciais investidores chineses que trabalham em vários pontos do mundo.

A Nova Lei do Investimento Privado foi apresentada pelo director da Unidade Técnica para o Investimento privado (Utip), Norberto Garcia, e pelo director da Agência para a Promoção do Investimento e Exportações de Angola (Apiex), António Henriques dos Santos, numa conferência que visou atrair investidores para investir em Angola.

Durante o fórum, os gestores angolanos esclareceram aos participantes os propósitos da Nova Lei de Investimento Privado em vigor no país, que concede mais incentivos ao investidor privado.

Os dois responsáveis, falaram ainda das prioridades e de outras vantagens da lei que tem como principal objectivo canalizar novos investimentos para os diferentes sectores para a diversificação da economia angolana.

Uma das principais inovações da presente lei, lembraram os palestrantes, é que a mesma deixou de fixar qualquer montante minimo de investimento estrangeiro, ao contrario da anterior lei que fixava um montante minimo de 1 (um) milhão de dolares.

Segundo os oradores, permanece, contudo, a regra segundo a qual apenas os investimentos externos superiores a 1 (um) milhão de dólares poderão usufruir de beneficios fiscais.

Sendo notórias as vantagens desta nova lei quer para os nacionais e expatriados, os dois responsaveis angolanos apelaram aos homens de negócios da China, a apostarem em novos projectos de investimentos no país.

Angola e China estabeleceram relações diplomáticas em 1983 e existe entre os dois estados uma cooperação estratégica após o fim da guerra em Angola. O gigante asiático participa ao lados dos angolanos na construção e reabilitação das principais infra-estruturas rodoviárias como pontes, estradas e caminhos de ferro, instalações hospitalares e outras obras no ramo da construção civil. (ANGOP)

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