“Ministro da guerra” do Estado Islâmico pode ter sido morto, dizem autoridades dos EUA

Comandante do Estado Islâmico Abu Omar Al-Shishani, também conhecido como Omar "o checheno". (REUTERS/US. Department of State)

Um comandante do Estado Islâmico descrito por autoridades norte-americanas como o “ministro da guerra” do grupo pode ter sido morto na sexta-feira em um ataque aéreo da coligação liderada pelos Estados Unidos na Síria, disseram diversas autoridades dos EUA nesta terça-feira.

Abu Omar Al-Shishani, também conhecido como Omar “o tchetcheno”, estava entre os militantes mais procurados no programa de recompensas dos EUA, que ofereceu até 5 milhões de dólares por informações que ajudassem na remoção de Shishani dos campos de batalha.

Nascido em 1986 na Geórgia, que então era parte da União Soviética, Shishani tinha uma reputação como assessor militar próximo ao líder do Estado Islâmico Abu Bakr Al-Baghdadi, que segundo os seguidores confiou fortemente em Shishani.

Ele pode ter sido morto durante um ataque aéreo da coligação em 4 de Março próximo à cidade de Al-Shadadi, capturada do Estado Islâmico no mês passado por forças da Aliança Árabe Síria apoiadas pelos EUA.

Duas autoridades norte-americanas expressaram optimismo sobre o ataque, mas reconheceram que uma determinação sobre o destino de Shishani não é certa e que resultados da operação ainda estão sendo estudados. Uma terceira autoridade se limitou a dizer que Shishani era alvo do ataque aéreo.

O Departamento de Estado norte-americano descreveu Shishani como um comandante sénior do Estado Islâmico e membro do Conselho Shura sediado em Al-Raqqa, capital de facto do Estado Islâmico na Síria. (REUTERS)

por Phil Stewart e Warren Strobel

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