Manifestações voltam às ruas contra o impeachment de Dilma (vídeo)

Manifestantes na Sé, em São Paulo. (Paulo Pinto/ Agência PT)

Ato em São Paulo acontece no centro, na Praça da Sé, e em mais uma dezena de cidades
Maioria do Supremo vota para que os grampos do ex-presidente Lula fiquem na Corte.

Nesta quinta-feira, manifestantes contrários à destituição de Dilma Rousseff voltam às ruas para protestar. Um dos objetivos é colar o movimento contra o impeachment da presidenta, que consideram sem base legal e portanto um “golpe”, ao simbolismo de 31 de março. Foi nesta data, em 1964, que começou o regime militar brasileiro. Em São Paulo, o ato é no centro da cidade, na Praça da Sé, e marchas acontecem em mais uma dezena de cidades. Antes do atos, Brasília já havia vivido mais um dia movimentado. A comissão especial que analisa o impeachment começou a ouvir a defesa da presidenta: falaram o ministro Nelson Barbosa (Fazenda) e o professor Ricardo Lodi (da UERJ), especialista em direito tributário. À tarde, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que as investigações envolvendo o ex-presidente Lula na Operação Lava Jato fica sob responsabilidade da Corte (ou seja, se ele tem foro privilegiado), e não sob responsabilidade do juiz Sérgio Moro, até que os 11 ministros emitam sentença definitiva do tema. (EL PAIS)

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