Huíla: Catalogadas mais de 430 pessoas zonas de risco no Lubango

Huíla: Construções em zonas de risco no Lubango (Foto: Morais Silva)

A administração municipal do Lubango tem já catalogadas 438 pessoas, correspondendo a mil e 332 famílias que vivem em zonas de risco nos bairros do Tchioco e Canguinda, fustigados pelas enxurradas de Fevereiro último.

O facto foi dado a conhecer hoje (sábado) à Angop, nesta cidade pelo administrador municipal do Lubango, Francisco Barros Leonardo, que disse que as pessoas abrangidas vão, em breve, serem transferidas para áreas seguras e de maior conforto e protecção.

Segundo disse, há um conjunto de medidas que estão a ser tomadas pela administração para num curto período dar inicio ao processo de realojamento.

Depois de concluída a transferência destas pessoas, a administração local vai iniciar um trabalho de acompanhamento permanente no campo de intervenção psicológica, a ser desenvolvido com apoio de algumas universidades públicas e privadas, na perspectiva de diminuir o trauma que ocorreu em que vitimou 34 pessoas.

Afirmou que administração reabriu este ano a actividade de catalogação, com base num mapa denominado Geo-Referenciação, para inventariar todas pessoas que vivem em zonas de risco com objectivo de serem integradas no Plano Director para requalificar convenientemente a cidade o Lubango.

“Os técnicos estão a fazer o levantamento através da Google para identificar pessoas que estão na eminência de risco e as suas habitações estejam prestes a desabar e vão ser transferidas para a Eywa, Mitcha, Tchavola, onde decorrem novos loteamentos”, disse.

A cidade do Lubango, capital da província da Huíla, tem uma superfície territorial de três mil e 140 quilómetros quadrados e uma população estimada em 731 mil e 575 habitantes. (ANGOP)

Jt / Ms

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