Fevereiro foi o mês mais quente da História

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Fevereiro foi o mês com as temperaturas médias mais elevadas desde que há registos. É o terceiro mês consecutivo em que este perigoso recorde é batido.

O anúncio, já com alguns dias, foi feito pela NASA, que está a estudar os efeitos das alterações climáticas no Ártico, e pela Organização Internacional de Meteorologia (WMO):

“O que acontece no Ártico não fica no Ártico”, resume um cientista da agência espacial norte-americana, acrescentado que “o Ártico tem sido uma espécie de ar condicionado – uma região fria que ajuda a manter o planeta ‘fresco’ – e está a perder eficiência nesse processo. Com as diferenças de temperatura para as latitudes mais baixas a esbaterem-se, o Ártico aquece. Estamos a observar alterações nos padrões dos ventos ou nas rotas das tempestades, que mudam em resposta a este novo equilíbrio entre as regiões polares e as latitudes mais baixas. Naturalmente, isso provoca uma vasta gama de consequências por todo o hemisfério norte, nos Estados Unidos, na Europa e por aí adiante”, conclui o Dr. Walt Meier.

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Potencialmente, as mudanças no clima podem alterar a frequência dos fenómenos climatéricos extremos e já estão a afetar de forma dramática a vida da fauna nas regiões polares.

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O Fórum Económico Mundial levanta a questão: “Estaremos a perder o combate contra as alterações climáticas?”: (EURONEWS)

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por Marco Lemos | com REUTERS, NASA

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