Cerca de dois mil funcionários serão integrados no sector da saúde

Ministro da Saúde - Luís Gomes Sambo (Foto: Pedro Parente)

Cerca de dois mil funcionários deverão ser integrados no sector da saúde nos próximos tempos, visando melhorar, cada vez mais, o atendimento as populações, anunciou nesta terça-feira, em Luanda, o ministro da Saúde, Luís Gomes Sambo.

O ministro falou à imprensa no final da 3ª sessão ordinária da Comissão para a Política Social do Conselho de Ministros, realizada em Luanda, sob orientação do Vice-presidente da República, Manuel Domingos Vicente, tendo informado que as necessidades serão satisfeitas à medida das dotações orçamentais.

Entretanto, o governante disse que por enquanto, “o sector vai contar com médicos recém-formados, no exterior e também no país, bem como com a participação do sector das forças armadas para reforçarem o número de profissionais necessários para melhor atender as populações”.

Por outro lado, falou do aumento do número de camas em cada hospital, da prioridade dos pacientes mais graves no atendimento médico e das condições de trabalho para os profissionais do sector.

O ministro disse que o que fez aumentar o volume de atendimentos nas unidades hospitalares de Luanda, foi a epidemia de paludismo e de febre-amarela, uma vez que quando registam-se surtos de doentes provoca-se uma sobrecarga às unidades hospitalares.

“É natural que epidemias ocorrem e o que é preciso é gerir a situação. É o que estamos a fazer” argumentou.

Em relação às vacinas do Programa Alargado de Vacinação, o ministro referiu que existem algumas roturas, mas também há encomendas, o que demora algum tempo, estando já a tratar com os importadores de medicamento para que, de uma forma expedita, se possa obter as vacinas e resolver a situação.

“Estão a ser tomadas medidas e acções para as necessidades imediatas, mas naturalmente que estamos a fazer um trabalho de fundo que visa o diagnóstico do sector da saúde e a implementação de um programa de reforma para relançar algumas das componentes do nosso sistema de saúde”, acrescentou. (ANGOP)

SEM COMENTÁRIO

DEIXE UMA RESPOSTA