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RDC: Angola reafirma apoio as iniciativas de paz e desenvolvimento da região dos Grandes Lagos
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RDC: Angola reafirma apoio as iniciativas de paz e desenvolvimento da região dos Grandes Lagos

A República de Angola reafirmou nesta quarta-feira, em Kinshasa, capital da RDC, engajamento na busca da paz e da estabilidade e que vai continuar a direccionar esforços para a pacificação dos países da região dos Grandes Lagos.

Manuel Vicente discursava, em representação do Chefe de Estado, José Eduardo dos Santos, na cerimónia de abertura conferência sobre investimentos privados na região dos Grandes Lagos, que decorre até quinta-feira, na capital da República Democrática do Congo.

Para Manuel Vicente, o ambiente de instabilidade na região não contribuí para a segurança e o desenvolvimento.

Sublinhou que prosseguirão os esforços para a pacificação urgente do leste da RDC, do Sudão do Sul, da República Centro Africana e no Burundi, por considerar necessário a estabilidade em toda a extensão da região para se alcançar o desenvolvimento, assim como felicita estes países pelos avanços em prol da paz.

Acredita que a conferência que tem como objectivo promover o aumento do investimento privado na região pode contribuir para a mobilização e a atracção de recursos para a diversificação da economia dos Estados membros e o bem-estar das populações .

“Na verdade a região é uma das potencialmente mais ricas do mundo, possuindo enormes reservas naturais, terras aráveis, recursos hídricos abundantes, com uma população jovem cada vez mais instruídas e com uma governação que oferece cada vez mais confiança nos negócios”, declarou o Vice-presidente da República.

Apontou como sectores impulsionadores do crescimento económico e que proporcionam excelentes oportunidades de investimentos ao empresariado privado os da agricultura, tecnologias de informação e comunicação, infraestruturas, minas, energia e turismo.

Afirmou que a região com cerca de 370 milhões de habitantes dos 12 Estados membros da região dos Grandes Lagos constitui um mercado dinâmico e bastante interessante para o qual os potenciais investidores devem ser incentivados, por via da aprovação em cada país de legislação moderna que facilite a realização de negócios.

Manuel Vicente informou que em Angola, logo depois do fim da guerra, foram criados instrumentos para o enquadramento da actividade empresarial privada, tais como a lei de delimitação dos sectores de actividade económica, que definiu que a iniciativa privada seria o motor de desenvolvimento do país.

Referiu-se também a outros diplomas como as leis de base do investimento privado, a lei sobre dos contratos de conta em participação , consórcios, agrupamentos e empresas, bem como a lei das sociedades comerciais. (ANGOP)

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