Procurador de Colónia diz que, entre os 58 agressores da noite de ano novo, 55 não são refugiados

(MAJA HITIJ/EPA)

Há três refugiados (da Síria e Iraque) suspeitos de agressão — e também três alemães. A investigação também determinou que a maioria das agressões não são sexuais. Já houve 300 interrogados.

O procurador de Colónia deu uma entrevista ao jornal alemão Die Welt onde revelou que, entre os 58 agressores da noite de ano novo, 55 não são refugiados. Ulrich Bremer referiu ainda que os três refugiados que são suspeitos de terem participado em agressões na madrugada de 1 de janeiro são originários da Síria e do Iraque e que chegaram à Alemanha recentemente.

Os restantes 55 agressores, que não são refugiados são da Argélia (25), Marrocos (21), Tunísia (3), Alemanha (3), Irão (1), Líbia (1) e Montenegro (1).

O responsável pela investigação dos incidentes daquela noite referiu ainda que a maioria dos ataques não foi de cariz sexual, embora os números sejam algo equilibrados: de um total de 1054 queixas, 454 reportaram agressões sexuais e as restantes 600 dizem respeito a roubos.

Até agora, foram interrogadas 300 pessoas e foram analisadas 590 horas de vídeos daquela noite, segundo o procurador de Colónia informou ao Die Welt. Além disso, foram analisados 1,1 milhões de movimentos recolhidos através de dados telefónicos — chamadas, mensagens de texto e também uso de internet. (OBSERVADOR)

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