Moxico: SADC deve primar pela gestão eficiente da Bacia Hidrográfica do Zambeze

Presidente Comité Nacional de Coordenação das Partes Interessadas na Bacia Hidrográfica do Zambeze, Celestino João (Foto: Angop/Arquivo)

A consultora da Comissão do Curso de Água do Zambeze (ZAMCOM, sigla em inglês) Leonnissah Nujoma, defendeu hoje, no Luena, a necessidade dos países da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), efectuarem uma gestão rigorosa e eficiente da Bacia Hidrográfica do rio Zambeze.

Ao falar à Angop, a margem de um encontro entre a ZAMCOM e NASC-ANGOLA, a responsável destacou a conservação da Bacia Hidrográfica do Zambeze, na garantia da sustentabilidade ambiental, benefícios económico e social.

Disse ser necessário que as instituições velem pela gestão eficiente, partilhada e sustentável para que as próximas gerações encontrem os recursos hídricos em condições aceitáveis e sirvam como meio de desenvolvimento da região.

A responsável pediu maior responsabilidade aos membros do Comité Nacional de Coordenação das Partes Interessadas na Bacia Hidrográfica do Zambeze (NASC-Angola, sigla em inglês) para aumentarem a fiscalização, por ser Angola, a controlar a parte mais importante da bacia (nascente) e que fornece a água aos demais países da região da SADEC.

A ZAMCOM é uma organização de gestão de água para toda Bacia Hidrográfica do rio Zambeze, criada pelos países que partilham a mesma, conforme estipulado nos acordos da ZAMCOM, assinados em 2004, e aceite pelo protocolo revisto da SADEC sobre o uso da partilha da Bacia.

A comitiva da ZAMCOM, encabeçada pelo Secretario Executivo, Phiri Zebedea, está em Angola desde a passada terça-feira e trabalha na província do Moxico, onde foi instalado o Comité Nacional da NASC-Angola.

Fazem parte da SADC Angola, Botswana, Moçambique, Malawi, Namíbia, Zâmbia, Zimbabwe, e Tanzânia. (ANGOP)

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