Embaixador da RDC destaca contributo das autoridades angolana para processo de paz no seu país

Presidente da República de Angola, José Eduardo dos Santos, durante acreditação do novo embaixador da RDC, Gustave Beya Siku (Esq.). (Foto: Lucas Neto)

O novo embaixador da República Democrática do Congo (RDC), Gustav Beya Siku, realçou esta quinta-feira, em Luanda, o contributo das autoridades nacionais para o processo de pacificação total da do seu país.

Em declarações à imprensa, à margem da cerimónia da sua acreditação no Palácio Presidencial, onde procedeu à entrega das cartas credenciais, o diplomata congolês democrático defendeu a necessidade de prosseguir esforços para que a paz e estabilidade se instalem definitivamente da RDC, com o apoio das autoridades angolanas, que em sua opinião têm “jogado um papel determinante”.

“Os objectivos do meu consulado estão consagrados na dinâmica das relações entre os dois países, pois como sabem Angola e RDC são países que têm relações de amizade e cooperação seculares”, destacou o embaixador .

Sublinhou que “sem paz e estabilidade na região austral e central de África não poderá haver desenvolvimento, razão pela qual nesta missão vamos nos cingir neste factores com vista a criar segurança, paz e estabilidade para que haja desenvolvimento entre os dois povos”.

Nascido aos 18 de Agosto de 1955, Gustave Beya Siku licenciando em direito pela Universidade de Bruxelas, Bélgica, na sua carreira política exerceu no seu país dentre outros cargos o de director do gabinete do Presidente Joseph Kabila, vice-ministro dos hidrocarbonetos conselheiro jurídico dos ministérios da Economia e Indústria, da Agricultura e Desenvolvimento Rural e Comércio Exterior

Ainda hoje na Palácio Presidencial o Chefe de Estado angolano, José Eduardo dos Santos, recebeu as cartas credenciais dos embaixadores da África do Sul, Fannie Mfana Phakola, do Rwanda, Alfred Gakuba Kalisa de Portugal, João José Gomes Caetano, do Vietname, Nguyen Manh Cuong, todos com estatuto de residentes e da Finlândia, Seija Toro, não residente.

A República Democrática do Congo tem uma longa fronteira terrestre e marítima com Angola e ambos países são membros da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) e da Conferência Internacional Sobre a Região dos Grandes Lagos (CIRGL). (ANGOP)

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