Cimeira dos Grandes Lagos adiada para Março

Foto em família dos Ministros da Defesa e das Relações Exteriores da Conferência Internacional dos Grandes Lagos (Foto: Lino Guimaraes)

A VI Cimeira de Chefes de Estado e de Governo da Conferência Internacional da Região dos Grandes Lagos (CIRGL) foi adiada para Março, em virtude do tratamento exaustivo das questões mais prementes de segurança e estabilidade na região a serem submetidas ao fórum, pelo Conselho de Ministros da CIRGL, soube hoje (sexta-feira) a Angop junto da organização.

A cimeira inicialmente estava prevista para esta sexta-feira (12 de Fevereiro), em Luanda. Entretanto, em Março, deverá balancear o mandato de dois anos de Angola e debater a sua continuidade na direcção desta importante organização regional.

Dentre outras questões, estarão no centro das atenções dos delegados à Cimeira, que é antecedida de reuniões dos chefes militares de Estados Maiores, de ministros da Defesa e das Relações Exteriores da CIRGL, aspectos relacionadas aos conflitos que afectam a região, nomeadamente no Sudão do Sul, Burundi, RCA e RD Congo, bem como a eleição do novo secretário-executivo e respectivo adjunto.

A República de Angola, na pessoa do seu Chefe de Estado, José Eduardo dos Santos, assumiu a presidência do órgão de Janeiro de 2014 até Janeiro de 2016. Este novo mandato, uma vez que se prevê a recondução do país, por unanimidade dos estados-membros, deveria ser assumido pela República do Quénia, que por razões e motivos justificados não pode assumir os destinos do órgão por dois anos.

Angola tem centrado a sua acção na promoção de uma agenda de prevenção e resolução de conflitos no mundo, por via pacífica e do diálogo, valendo-se da sua experiência nacional e da liderança do seu Presidente, José Eduardo dos Santos, particularmente no actual contexto que se vive.

A República de Angola mantém ainda o princípio que visa privilegiar a prevenção e a resolução de conflitos para manter a paz e a segurança internacional, especialmente em África, assolada por inúmeras crises políticas.

Entretanto, a situação política nos Grandes Lagos registou um maior controlo ao longo de 2015, ano em que Angola continuou a assumir a presidência da Conferência Internacional para a região, iniciado em Janeiro de 2014. (ANGOP)

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