Cabinda: Policia preocupada com justiça privada

Comissário - Eusébio Domingos- Comandante Provincial da Policia Nacional de Cabinda (Foto: Angop)

Membros do Conselho Consultivo do comando provincial de Cabinda da Policia Nacional, manifestaram-se preocupados com as práticas como da justiça privada e a crença no feiticismo por parte de seitas religiosas ao nível da província de Cabinda.

Essa preocupação vem expressa no comunicado final que a Angop teve acesso quinta-feira, saído do Conselho Consultivo Alargado do comando provincial de Cabinda da policia nacional, realizado de 2 à 3 do corrente mês, sob orientação do comandante e delegado do Minint, comissário, Eusébio Domingos e Costa.

”Esses casos de justiça privada e de crença no feiticismo continuam a preocupar a policia em Cabinda, promovidas por algumas seitas religiosas instalada nas cidade, vilas e aldeias da província que idealizam os seus fiéis à obtenção de fortunas, através de milagres bem como sustentam a possibilidade de cura de crianças e adolescentes tidos como feiticeiros” – lê-se na nota.

Vem ainda expresso no comunicado que, os órgãos operativos e os comandos municipais da policia nacional deverão continuar a prestar especial atenção a prevenção dos crimes de violação de menores, de ofensas corporais, particularmente com recurso a armas de fogo, aos casos de violência domestica, contrabando de combustíveis, tráfego de drogas e a todos os actos que atentam a integridade física ou moral dos cidadãos.

No domínio da sinistralidade rodoviária, prosseguiu o documento, a policia em Cabinda vai redobrar maior atenção as medidas de prevenção para evitar que hajam constantes acidentes de viação que têm ceifado muitas vidas humanas, provocados por negligência na maior parte dos condutores por não observância do Código de estrada e a falta de documentação.

Foi recomendado a se proceder à condução de um conjunto de medidas e acções inerentes a entrada, permanecia e residência e saída dos cidadãos estrangeiros do território nacional e ao controlo do movimento de pessoas e bens através dos postos fronteiriços, procedendo assim não só para a luta contra a imigração ilegal, como também para a vigilância e pesquisa de informações úteis para a prevenção, luta contra a espionagem, a subversão, o terrorismo e a criminalidade transnacional e transfronteiriços. (ANGOP)

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