Três autores de ataque em Burkina Faso seguem foragidos

(AFP)

O ataque jihadista que deixou 30 mortos na sexta-feira em Burkina Faso foi realizado por “seis” pessoas no total, três das quais foram mortos e três “seguem foragidas”, informou nesta terça-feira o primeiro-ministro francês, Manuel Valls.

Durante o ataque na sexta à noite na capital Uagadugu, reivindicado pela Al-Qaeda no Magrebe Islâmico (AQIM), “seis indivíduos abriram fogo sobre o café Cappuccino (…) antes de se refugiarem no Hotel Splendid”, informou o chefe do governo francês para a Assembleia Nacional.

“Dos seis atacantes, três foram mortos e três ainda são procurados”, disse Valls.

Até agora, as autoridades de Burkina Faso falavam de apenas três atacantes, todos mortos.

Contudo, muitas testemunhas relataram a presença de mais três jihadistas.

“Quero expressar minha solidariedade para com Burkina Faso, aos mortos deste país e a todas as vítimas desses ataques terroristas”, declarou o primeiro-ministro.

Valls recordou que um total de três ataques “distintos, mas definitivamente coordenados”, ocorreram na sexta-feira no pequeno país da África Ocidental.

Ele prestou homenagem às autoridades de Burkina Faso “por sua capacidade de resposta e sua compostura”.

“A jovem democracia de Burkina Faso precisa do nosso apoio e nossa ajuda e o presidente da República propôs a assistência da França, em particular, para o bom desenrolar da investigação”, ressaltou.

“A África é um alvo dos ataques terroristas, alvo desses grupos terroristas (…) E mais do que nunca, devemos estar com os africanos, os nossos amigos africanos, que, como nós, vivem o terrorismo, que, como nós, combatem o terrorismo e a barbárie em nome de nossos valores”, continuou. (AFP)

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