Sírio executa a mãe em público por querer convencê-lo a deixar o EI

(AFP)

Um jihadista sírio de 20 anos executou em público a sua mãe, que teria tentado convencê-lo a abandonar o grupo Estado Islâmico (EI), informou nesta sexta-feira o Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH).

A mãe viajou os 50 quilómetros que separam Tabaqa, onde residia, de Raqa, capital de fato do EI, para implorar ao filho que retornasse para casa, pois temia a sua morte nos bombardeamentos à cidade realizados pela coligação internacional liderada pelos Estados Unidos.

O jovem, que lutou ao lado dos moderados do Exército Sírio Livre e também da Frente Al-Nosra, braço sírio da Al-Qaeda, antes de unir-se ao EI, informou os superiores, que determinaram a detenção da mulher.

Após a detenção, o próprio filho recebeu a ordem de executar a vítima, diante de quase 100 pessoas, com um tiro na cabeça em uma praça de Raqa.

O EI comete com frequência todo tipo de atrocidades, que vão da destruição de monumentos considerados património mundial da humanidade até as execuções por decapitação ou a escravidão e agressões sexuais. (AFP)

 

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