Reajuste do preço dos combustíveis em destaque

(Foto: D.R.)

O reajuste pela Sociedade Nacional de Combustíveis (Sonangol) dos preços dos derivados de petróleo constituiu destaque do noticiário económico dos últimos sete dias.

Com base na nova tarifa dos produtos derivados do petróleo, que entrou em vigor, a partir das zero horas do dia um de Janeiro de 2016, para o regime de preços livres, a Gasolina passa de 115 para 160 kwanzas, o litro; o Gasóleo de 75 para 135 kwanzas(o litro), Jet A 1, 150 kwanzas(o litro); Jet B,110 kwanzas( o litro); Fuel aditivado, 65 kwanzas (o litro); Fuel Normal, 60 Kwanzas( o litro) ; Asfalto, 80 kwanzas e Cut Back, 65 Kwanzas.

Para o regime de preços pré-fixos, o LPG custa 100 Kwanzas(o litro) e o petróleo iluminante, 70 kwanzas, o litro.

Também mereceu destaque a notícia segundo a qual, o Ministério rio da Geologia e Minas necessita de USD 2,5 biliões para pôr em funcionamento, no final de 2016 ou início de 2017, os projectos mineiros de ferro no Luachi (na Lunda Sul), Cuando Cubango e Cerca (no Cuanza Norte), Cobre no Mavoio (Uíge), fosfato (no Zaire) e Ouro (na Huíla).

O sector aponta estes projectos por se mostrarem ser os mais estruturados e avançados e que, ao serem implementados num período de cinco anos, poderão gerar três mil e 500 postos de trabalho.

Em 2016, o sector da geologia e minas pretende também envidar esforços no sentido de garantir que o Plano Nacional de Geologia (Planageo) tenha continuidade e não sofra com as dificuldades financeiras que o país atravessa neste momento.

Ao demonstrar essa preocupação, em Luanda, o titular da pasta, Francisco Queirós, quando fazia o balanço, disse merecer também esforços no sentido de se organizar o sector no próximo ano para a recolha de financiamentos.

Neste momento, explicou o governante, dos 22 blocos divididos no âmbito do Planageo, 16 estão concluídos, representando 77 porcento de cumprimento da fase de levantamento geofísico do projecto. Quanto aos laboratórios, o ministro Francisco Queirós prevê a conclusão dos mesmos em Março de 2016.

Ao referir-se ao trabalho desenvolvido pelo sector em 2015, informou que em relação ao subsector dos diamantes e tomando em consideração a produção de Dezembro, prevê-se lançar este ano um total de oito milhões, 837 mil e 414 quilates, sendo oito milhões 21 mil e 508 quilates de produção industrial e 851 mil 905 quilates proveniente da produção artesanal.

Estas produções correspondem a um valor na ordem de um bilião 175 milhões 102 mil e 588 dólares de receitas brutas.

Mereceu igualmente manchete, a aposta da UNACA-Confederação em aumentar em 2016 a produção nacional e diversificar a economia do país, procurando dessa forma reduzir as importações.

Segundo uma nota da confederação, a missão da instituição é defender os interesses dos camponeses em geral e em particular dos camponeses integrados nas associações e cooperativas.

O documento acrescenta que a organização actualizou a sua base de dados tendo nas suas estatísticas, a nível do país, registada onze mil cento e trinta e três organizações.

As associações e cooperativas, acrescenta a nota, devem atingir níveis de organização e capacidade de gestão dignas de reconhecimento, o que obriga a UNACA implementar um programa de formação em matéria de gestão financeira no decorrer de 2016.

“A instituição continuará a trabalhar com todos actores ligados ao meio rural para que com espírito de inovação possamos contribuir para tornar o associativismo e cooperativismo angolano mais forte, com base na implementação dos seus princípios”, lê-se no documento. (ANGOP)

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