Provedoria de Justiça no Bengo prevê formar mais de 800 activistas comunitários

Bengo: João Amaro - Chefe dos Serviços provincial da Provedoria de Justiça (Foto: Adão João Pedro)

Oitocentos e 50 activistas comunitários é o número que o Serviço de Provedoria de Justiça na província do Bengo prevê formar, este ano, para participarem activamente na divulgação do trabalho da instituição nas comunidades.

A informação foi avançada hoje (quinta-feira) à Angop, pelo chefe dos Serviços da Provedoria de Justiça na província do Bengo, João Amaro, tendo afirmado que através dos activistas a informação será mais fluída e a população terá mais cultura de denúncia das anomalias da vida pública e privada.

Explicou que os activistas terão ainda a missão de distribuir guias de apoio ao cidadão em língua nacional Kimbundo, Umbundo e Português, em todos os municípios que compõem a província do Bengo.

Sublinhou que, para o ano 2016, a instituição que dirige continuará a levar mensagens sobre o papel da Provedoria de Justiça, competências e funções dos serviços judiciais, direitos, liberdades, garantia individuais e colectivas dos cidadãos, para que estes possam trazer queixas por escrito, verbal ou mesmo por via telefónica e encontrar soluções.

João Amaro disse que para se concretizar este desiderato urge a necessidade das instâncias superiores apetrecharem a instituição com meios rolantes, mobiliários e uma infraestrutura digna.

A instituição conta actualmente com três funcionários, logo que houver disponibilidade de uma infraestrutura digna pretende-se requisitar mais técnicos para reforçar a instituição.

A Provedoria de Justiça é um órgão público que tem por finalidade a defesa dos direitos, liberdades e as garantias dos cidadãos, assegurando, através de meios informais, o exercício da justiça e a legalidade da administração pública. (ANGOP)

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