Presidente francês visita a Índia para negócios

Presidente francês François Hollande, em Chandigarh na Índia, este domingo, 24 de janeiro de 2016 (AFP PHOTO/STEPHANE DE SAKUTIN)

O presidente francês, François Hollande, iniciou, este domingo, 24 de Janeiro, uma visita de estado de 3 dias, à Índia, levando na mala propostas de contratos de venda de aviões de combate Rafale no quadro do reforço da cooperação bilateral.

François Hollande, presidente francês já se encontra na Índia, onde iniciou uma visita de estado de 3 dias na esperança de assinar contratos de venda de 36 aviões de combate Rafale e reforçar a cooperação e os negócios económicos em vários sectores de desenvolvimento económico indiano.

Para esta segunda visita de estado do presidente francês à Índia, onde é o convidado de honra da parada militar do “Republic Day”, Dia da República indiana, na terça-feira, 26 de Janeiro, François Hollande, espera finalizar o contrato da venda dos 36 aviões de combate Rafale, que o primeiro-ministro, indiano, Narendra Modi, assinou, em Abril de 2015, durante uma visita a Paris.

Aliás, estas negociações começaram em 2012, mas têm sido muito difíceis, por causa do preço muito alto dos aviões, segundo os indianos e também porque Nova Deli quer que a empresa de aviação francesa, Dassault, invista pelo menos 30% do contrato, em território indiano. Esta é uma das razões que levou o Presidente a relativizar o número de Rafales a vender à Índia.

De notar que o Presidente francês Hollande, que é acompanhado, nesta visita por uma importante delegação de homens políticos, diplomatas e empresários de vários sectores da actividade económica e empresarial, quer investir na Índia, mil milhões de euros por ano de investimentos suplementares e 8 mil milhões já nos próximos 3 anos.

Enfim, François Hollande, abordará, igualmente, com as autoridades indianas, questões de política internacional e a luta contra o terrorismo global.

O presidente francês declarou, aliás, à sua chegada à cidade de Chandigarh, no noroeste indiano, a “França e a Índia são duas grandes democracias, que têm sido atacadas por terroristas, daí a necessidade de haver uma cooperação bilateral em matéria de terrorismo e segurança”. (RFI)

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