Moxico: Director afirma que província caminha para potência agrícola regional

ANTÓNIO DA SILVA- DIRECTOR DA AGRICULTURA DO MOXICO (FOTO: VIEIRA ASPIRANTE)

O director provincial da Agricultura, António da Silva, afirmou hoje, no Luena, que após o alcance da paz em 2002, a província implementou projectos agro-pecuários de Sacassanje, Camaiangala e Luena Rega, que tornam a província do numa futura potência regional agrícola.

Ao falar à Angop, a propósito das acções projectadas para 2016, o responsável disse que os referidos projectos garantem a produção e o abastecimento de hortícolas, frango, carne caprina, ovos, no mercado local.

Assegurou que os projectos agro-industriais aumentaram a oferta de couve, alface, repolho, salsa e beringela, combatentendo desta forma a fome e a pobreza.

O projecto de Sacassanje, iniciado em 2012, ocupa uma área de mil metros quadrados e produz couve, cenoura, pepino, alface, beringela, batata rena e doce, tomate, bem como a criação do gado caprino, bovino e aves, além de possuir lojas, matadouro, área administrativa, sala de formação, posto de saúde, quatro residências, frigoríficos, fábrica de ração, armazém e oficina, disse.

Referiu que a comercialização destes produtos influenciou na redução dos preços em muitos estabelecimentos comerciais da cidade do Luena e das províncias vizinhas.

Segundo o responsável, estas iniciativas do Executivo angolano contribuem para a melhoria da dieta alimentar da população e o consequente desenvolvimento da província.

Já o projecto agro-industrial de Camaiangala, localizado a norte do município de Camanongue, implantado numa área de 16 mil hectares, na confluência dos rios Cassai e Luxia, está a sustentar as bases para transformar-se numa cadeia produtiva, principal objcetivo da sua criação, que já produz milho soja.

“Antes do advento da paz a maioria das famílias camponesas não produzia nas suas terras e dependiam da ajuda humanitária, por isso, neste momento a província conta com famílias camponesas empenhadas na actividade produtiva, para reduzir a fome no seio da população”, disse. (ANGOP)

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