“Briga de rua” depreda nova sub-sede do Santos na Capital Paulista

Os vidros da fachada da sub-sede santista foram danificados após uma briga (Foto: Reprodução)

Antes mesmo de completar um mês de existência, a nova sub-sede do Santos na Capital Paulista já sofreu depredações. Na madrugada desde terça-feira, a fachada de vidro do prédio amanheceu quebrada, aparentemente em função de um ataque de pedras. Porém, segundo apurou o clube, o ato não tem qualquer relação com torcedores rivais.

“Não. Nada disso, não. Muitos santistas param para tirar fotos, é um lugar muito movimentado, para quem conhece a região, mas vamos ter de tomar alguns cuidados”, explicou o superintendente da sub-sede, Marcos Maldonado. “Fim de ano, lugar de fluxo grande. Isso chama a atenção, estamos atentos, instalando computadores, todo o projeto que envolve segurança”, completou.

Segundo o superintendente, tudo não passou de uma briga de rua. Dois homens teriam se desentendido em frente a nova casa santista em São Paulo e os vidros quebrados foram apenas consequências indiretas de toda a confusão.

“Eu conversei com um delegado, que é amigo nosso aqui. Ele falou com o delegado aqui da região, que explicou que tudo faz parte de uma briga de rua. Arremessaram uma pedra e acabou acertando o vidro. Estamos em contato com a imobiliária, que já virá tirar as medidas para substituir a peça danificada”, disse Maldonado.

Localizada na Avenida Indianápolis, local famoso por seus bares, boates e casas noturnas, a sub-sede ainda não está totalmente finalizada, apesar de ter sido inaugurada com muita pompa em 14 de dezembro com a presença de toda cúpula alvinegra, e ainda não conta com câmeras de monitoramento.

“Estamos instalando os equipamentos. O próprio pessoal da TI do Santos é quem está tratando isso. Estão colocando os computadores, vão instalar as câmeras e deixar tudo certinho”, contou Maldonado.

A sub-sede do Santos na Capital foi construída para atender os anseios do torcedor paulista, que não tem a mesma disponibilidade para descer a Serra com frequência. O projeto prevê atendimento aos sócios, venda de ingressos e produtos licenciados e será um ponto de encontro para os santistas em dias de jogos. (Diario do Litoral)

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