Vice-presidente regressa de Paris

Manuel Vicente, vice-presidente da República (Foto: Cedida TPA/Arq)
 Manuel Vicente, vice-presidente da República (Foto: Cedida TPA/Arq)

Manuel Vicente, vice-presidente da República (Foto: Cedida TPA/Arq)

O vice-presidente da República de Angola, Manuel Domingos Vicente, regressou hoje, terça-feira, a Luanda, depois de na capital francesa, Paris, ter participado no acto de abertura da 21ª Cimeira das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas.

Manuel Vicente representou o Presidente da República, José Eduardo dos Santos, no fórum que visa alcançar um novo acordo sobre o clima, num evento que contou com a presença de mais ou menos 150 chefes de estados e de governos.

O vice-presidente da República, apelou para que todas as nações do mundo assegurem, em conjunto, a protecção e a preservação do sistema climático, como um bem do qual a humanidade depende.

Considerou a Cimeira sobre Alterações Climáticas de Paris uma oportunidade soberana para adoptar um acordo que limite a 1.5ºC o aquecimento do globo.

Manuel Vicente informou que Angola tem adoptado uma legislação ambiental moderna e programas educacionais que visam inibir acções devastadoras do meio ambiente e criar no país uma consciência de sustentabilidade ambiental.

Num debate sobre resiliência ambiente, com a presença do secretário-geral das Nações Unidas e representantes da União Africana, o vice-presidente de Angola defendeu a necessidade de os países menos avançados beneficiarem de financiamentos para reduzir os impactos ambientais, por serem os que mais sofrem com as alterações climáticas.

No geral, os líderes mundiais manifestaram interesse em reforçar a cooperação no combate ao terrorismo, reduzir a emissão de gases de efeito de estufa e, em suma, mitigar os impactos nefastos das alterações climáticas, que afectam todos os países.

Os trabalhos da também designada 21ª conferência das partes (COP 21) da convenção quadro das Nações Unidas sobre alterações climáticas vão prosseguir até ao dia 11 deste mês, em Paris, a nível de ministros e técnicos, à procura de consensos para um novo acordo mundial sobre o clima. (portalangop.co.ao)

SEM COMENTÁRIO

DEIXE UMA RESPOSTA