Reconciliação é um processo contínuo – Bento Kangamba

Secretário do comité de Luanda do MlPLA para área de organização periférica e Rural, Bento dos Santos Kangamba (Arquivo) (Foto: Rosario Santos)

A paz e reconciliação nacional são considerados pelo secretário do comité de Luanda do MPLA para organização periférica e rural, Bento dos Santos Kangamba, um processo contínuo e permanente, e com o esforço e boa vontade de todos será possível melhorá-las e consolidá-las.

Falando à Angop no final de um encontro com responsáveis de comités de acção do MPLA, destacou a importância da transmissão, aos responsáveis dos organismos intermédios e de base do partido, das orientações emanadas superiormente, com vista o fortalecimento permanente do nível cultural, político, ideológico e patriótico dos militantes.

Segundo disse, a revitalização dos comités de acção do partido MPLA, a nível de Luanda, tornou mais forte a estrutura deste partido, tendo em conta os desafios na actual conjuntura política, económica e social do país.

Sem adiantar números, acrescentou que neste momento, principalmente a nível da periferia, as estruturas estão a ser consolidadas com sucesso rumo ao crescimento do número de militantes, com destaque para os municípios de Viana e Cacuaco, considerados os mais populosos.

Bento dos Santos Kangamba pediu aos políticos da oposição mais responsabilidade e cautelas nas afirmações que alimentam a confusão, no sentido de preservar a paz e a unidade nacional.

“ Devemos transmitir orientações e procedimentos que levem os militantes, simpatizantes e amigos a comportarem-se de forma cívica e democrática diante de cidadãos de outras formações políticas e das instituições democraticamente eleitas”, sublinhou.

Disse que os militantes, amigos e simpatizantes do MPLA devem ignorar os insultos e confusão, porque acima de tudo está o patriotismo, a unidade entre os angolanos, a transparência e o respeito mútuo.

Em relação à juventude, disse que é o viveiro da Nação. “O país não é de nenhum partido. Os jovens não podem perder-se em discussões que apenas os divide e impedem o desenvolvimento de acções em relação ao que é verdadeiramente importante para o futuro do país”, acentuou. (ANGOP)

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