Processo de reclamação das casas nas centralidades beneficia três mil cidadãos

Rui Cruz - PCA da IMOGESTIN (Foto: Cedida)

Pelo menos três mil cidadãos que tinham pago residências nas centralidades já receberam as suas casas na centralidade KK 5.000, em Luanda, informou terça-feira, nesta cidade, o presidente do conselho de administração da Imogestin, Rui Cruz.

Ao apresentar informações sobre a situação das centralidades sob gestão da Imogestin, no V Conselho Consultivo do Ministério do Urbanismo e Habitação, decorrido terça-feira, o responsável disse que este processo de reclamação permitiu igualmente cadastrar cerca de mil processos que actualmente estão em análise.

Segundo Rui Cruz, o processo de reclamações, cadastramento, entrega e acomodação das pessoas que tinham pago as suas habitações sem recebe-las decorre a bom ritmo.

Afirmou, por outro lado, que a sua instituição está a trabalhar com as autoridades competentes para repor a legalidade da ocupação de mil e 154 apartamentos na centralidade do Kilamba e de 789 na centralidade do Sequele (Cacuaco), ocupados sem o consentimento da Imogestin.

Além das dívidas acumuladas aos empreiteiros, desde 2014, Rui Cruz apontou igualmente a falta de infra-estruturas externas ligadas à construção de escolas, hospitais, estações de água potável e energia eléctrica, criação de esgotos, valas de drenagem e outros equipamentos sociais, como um dos problemas do estado actual de algumas centralidades a nível do país.

Durante o conselho, presidido pelo ministro do pelouro, José Silva, foram abordadas questões ligadas ao desenvolvimento urbana e habitacional de Angola, apresentação do relatório de balanço das actividades desenvolvidas durante o ano 2015, ponto de situação dos planos urbanísticos elaborados e em execução a nível nacional.

Constaram igualmente da agenda de trabalho a apresentação do ponto de situação das centralidades sob gestão da Imogestin e o balanço do subprograma dos 200 fogos por município.

O encontro que contou com a participação de técnicos do ministério do Urbanismo e Habitação, vice-governadores e directores provinciais teve como lema “Investimento em Infra-estruturas Urbanas no Processo de Diversificação da Economia”. (ANGOP)

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