Politico destaca participação e heroísmo da OMA na luta de libertação de Angola

O membro do Bureau Politico do MPLA, António dos Santos França Ndalo (Arquivo) (Foto: Lucas Neto)

O membro do Bureau Politico do Mpla, António dos Santos França ? Ndalo? destacou a participação e heroísmo das mulheres na luta de libertação de Angola.

O politico enalteceu os feitos das mulheres durante um almoço conferência promovido, terça-feira, pelo Comité Executivo de Luanda da Organização da Mulher Angolana (OMA), por ocasião do 59ª aniversário do partido MPLA com o tema o “ O papel da mulher na história do MPLA”.

O antigo guerrilheiro do MPLA destacou os feitos das heroínas Deolinda Rodrigues, Engrácia Paím, Irene Cohen, Lucrécia dos Santos e Teresa Afonso, presas no dia 02 de Março de 1967 e assassinadas.

“ O povo angolano e o MPLA recordam os esforços e a contribuição da mulher angolana na Luta de Libertação Nacional, na luta pela conquista da paz e, hoje, na luta pela consolidação da unidade nacional e pelo desenvolvimento de Angola”, sustentou.

Reafirmou que o exemplo de heroísmo, deixado por estas e outras valentes combantentes para a libertação de Angola, continua a servir de guia para as mulheres angolanas.

De acordo com França Ndalo, na qualidade de maior organização sócio-política feminina de Angola a OMA tem contribuído, consideravelmente, para a aprovação de vários diplomas em prol da família, promoção e desenvolvimento da mulher, nas múltiplas vertentes da vida política, económica e social, cultural e contra a violência doméstica.

Incentivou para a continuidade do trabalho de sensibilização, em defesa das conquistas alcançadas pelo povo angolano e reforçar o trabalho de mobilização, com vista à materialização do Programa de governação do MPLA, com particular destaque para as questões que ainda afligem a mulher angolana.

No próximo ano, prosseguiu, a OMA realiza o seu VI Congresso Ordinário e será uma oportunidade para consolidar todo o trabalho meritório que vem desenvolvendo, materializando os ideais do MPLA e no trabalho em prol da melhoria do sistema de educação e ensino, como pressuposto básico para a formação integral dos cidadãos.

O politico sugeriu para o crescimento da organização, o recrutamento de novos membros, com incidência para a jovem mulher, sem descurar a mulher rural e incentivar o uso das tecnologias da informação e comunicação, para a preparação e realização do VII Congresso Ordinário do MPLA e para os próximos desafios políticos e eleitorais.

Recordou Njinga Mbandi, a celebre rainha que resistiu as tropas no campo de batalha durante décadas contra a opressão colonial, uma das figuras notáveis da participação da mulher angolana na luta contra a ocupação e contra o colonialismo português.

Fundada em 1962, a OMA é a maior Organização Politica do MPLA que trabalha na mobilização, sensibilização e educação das mulheres, entre outras actividades. (ANGOP)

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