Empossados novos responsáveis do Ministério do Interior

Empossamento de novos responsáveis do Ministério do Interior (Foto: Alberto Julião)

O ministro do Interior, Ângelo Veiga Tavares, conferiu posse nesta sexta-feira, em Luanda, a nove responsáveis do seu pelouro, nomeados recentemente por Decreto Presidencial.

Neste âmbito, o titular da pasta do Interior empossou o comissário José Alexandre Canelas no cargo de director-geral da Caixa de Protecção Social do Ministério do Interior (MInint).

O ministro conferiu também posse aos diretores de Logística e do Gabinete de Estudos Informação e Análise do Ministério do Interior, respectivamente comissários Sebastião Kambinda e Aristófanes dos Santos.

Na mesma cerimónia, o comissário Carlos Albino tomou posse no cargo de director do Gabinete de Infra-estruturas e Equipamento do Minint, enquanto
Albino Francisco de Abreu, antigo comandante provincial da PN na Huíla, foi empossado no cargo de director do Gabinete de Estudos e Regulamentação da Polícia Nacional.

O ministro do Interior conferiu também posse aos novos comandantes provinciais da Huíla e do Cuanza Norte, respectivamente Arnaldo Manuel Carlos e Simão de Sousa Inglês.

Os comissários Arnaldo Carlos e Simão de Sousa Inglês vão ainda exercer os cargos de delegados do interior nas províncias onde foram indicados.

Já o oficial comissário Orlando Paulo Bernardo foi empossado no cargo de director do Gabinete de Comunicação e Imagem da Polícia Nacional (PN), em substituição do comissário Aristófanes dos Santos.

Na cerimónia, alguns oficiais comissários da Polícia Nacional foram promovidos ao grau de comissário-chefe, com destaque para Mário Santos e António Martins de Sousa.

O ministro Ângelo Veiga Tavares disse esperar dos empossados empenho e dedicação nas novas tarefas para as quais foram indicados.

Agradeceu ao Presidente da República e Comandante em Chefe das Forças Armadas Angolanas (FAA), José Eduardo dos Santos, “por reconhecer, por um lado, aqueles que deram muito por este país, em particular pela PN e, por outro, da necessidade de se fazer alguns ajustamentos na perspectiva de afinarmos melhor a nossa máquina”.

Aos conselheiros promovidos ao grau de comissário-chefe, o ministro disse que foi feita justiça e reconhecido o mérito pelo facto te terem desempenhado funções de relevo ao longo dos anos na Polícia Nacional. (ANGOP)

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