Bié: Responsável desencoraja implementação de igrejas ilegais

Bié: Álvaro Chimboto Alves - director provincial da Cultura (Foto: Leonardo Castro)

O director provincial da Cultura no Bié, Álvaro Alves, desencorajou hoje, segunda-feira, na cidade do Cuito, a implantação de igrejas e seitas religiosas não reconhecidas pelo Executivo.

Em declarações à Angop, o responsável sublinhou que as igrejas e seitas religiosas não reconhecidas juridicamente pelo Estado angolano serão combatidas e não encontrarão espaço par as suas actividades na província do Bié.

Este ano, recordou, o sector da Cultura orientou o encerramento de quatro igrejas ilegais, nomeadamente, a Missão Evangélica de Salvação “Mês Betesda”, Pentecostal Visa, Pentecostal Carisma e Igreja Tabernáculo de Jesus Cristo.

“A partir de Junho de 2015, Angola conheceu um novo figurino no panorama religioso, com a criação de plataformas ecuménicas, nas quais todas igrejas sem personalidades jurídicas devem se filiar, buscando o seu reconhecimento”, frisou.

Acrescentou que foram criadas plataformas como Conselho de Igrejas de Reactivamento de Angola, União das Igrejas do Espírito Santo, Fórum Cristal Angolano, para se erradicar o fenómeno de proliferação de seitas religiosas não reconhecidas.

Neste momento, precisou, o governo da província do Bié controla 47 igrejas reconhecidas juridicamente, das quais quatro com maior expressão: a Igreja Católica, Igreja Evangélica Congregacional em Angola (IEICA), Igreja Evangélica dos Irmãos e a Igrejas Adventista do 7º Dia.

O sector da Cultura, referiu, enquanto elo entre o governo e as igrejas vai continuar a primar pelo diálogo e concertação permanente com os líderes religiosos, no sentido de desenvolverem acções sociais e ajudarem na melhoria do bem-estar da população.

Frisou que as igrejas constituem uma reserva moral de excelência em Angola, razão pelo qual continuam a ser parceiros privilegiados do governo da província do Bié. (ANGOP)

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