Vice-Presidente da República na Cimeira sobre Ambiente e Alterações Climáticas

Vice-presidente da República, Manuel Domingos Vicente (Foto: Pedro Parente)
Vice-presidente da República, Manuel Domingos Vicente (Foto: Pedro Parente)
Vice-presidente da República, Manuel Domingos Vicente (Foto: Pedro Parente)

O vice-presidente da República, Manuel Domingos Vicente, viajou este sábado, para República da França, onde vai representar, o Chefe de Estado angolano, José Eduardo dos Santos, na 21ª Conferência das Partes (COP21) da Convenção dos Quadros das Nações Unidas (ONU) Sobre Alterações Climáticas, a ter lugar na cidade de Paris.

No Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro, o governante recebeu cumprimentos de despedida do ministro de Estado e Chefe da Casa Civil do Presidente da República, Edeltrudes Costa, acompanhado de membros do governo, o governador provincial de Luanda, Graciano Domingos, altos funcionários do seu gabinete, entre outras entidades.

No mesmo evento, participará igualmente uma delegação do ministério angolano do Ambiente, chefiada pela ministra Fátima Jardim que, de 30 de Novembro a 11 de Dezembro, vão representar o pais naquele fórum internacional a realizar-se na cidade de Paris.

A Conferência sobre Clima realiza-se no âmbito da política de cooperação francesa e promoção da sua diplomacia ambiental e visa contribuir para uma melhor participação dos membros das Nações unidas para a protecção do planeta Terra.

O novo Acordo Mundial do Clima visa, sobretudo, a redução na emissão de gases de efeito estufa a médio prazo, no período de 2020 a 2050, para não deixar o aumento da temperatura média global ultrapassar os dois graus centígrados (2ºC).

Para o efeito, Angola e os Países Menos Avançados (LDC, na sigla em inglês) defendem que o Acordo de Paris deve incluir o objectivo de limitar o aumento da temperatura abaixo dos 1.5 ºC acima dos níveis pré-industriais, de grande relevância para estes países enquanto mais vulneráveis aos efeitos das alterações climáticas.

A posição de Angola no COP-21 engloba ainda aspectos ligados à criação de metas a longo prazo, acções concretas de adaptação, clareza nos compromissos financeiros, compromissos evolutivos de 5 anos, estratégias e acções de mitigação, o estabelecimento de mecanismos sobre perdas e danos, transparência nas acções de adaptação e mitigação, bem como o alargamento das áreas de capacitação. (portalangop.co.ao)

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