Vice-presidente da República fala de cooperação na CPLP com secretário-geral da organização

Vice-presidente da república,Manuel Vicente, recebe secretário geral da CPLP (Foto: Pedro Parente)
Vice-presidente da república,Manuel Vicente, recebe secretário geral da CPLP (Foto: Pedro Parente)
Vice-presidente da república,Manuel Vicente, recebe secretário geral da CPLP (Foto: Pedro Parente)

O reforço da cooperação entre os Estados membros da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) dominou a conversa que o Secretário-geral desta organização, Murade Murargy, manteve nesta terça-feira, em Luanda, com o Vice-presidente da Angola, Manuel Vicente.

Murade Murargy, que está no país para participar nas festividades dos 40 anos da proclamação da Independência Nacional, a decorrer nesta quarta-feira, disse ter recebido também contribuições para a elaboração da nova visão estratégica da organização.

Avaliação do desempenho da organização na aproximação e aprofundamento das relações de cooperação entre os Estados membros nos mais variados domínios esteve também em análise.

Referiu que a formação do capital humano está nas prioridades da organização e dos países membros, com destaque para os domínios da educação, saúde, ciência e tecnologia, energia, turismo.

Afirmou que se procura incentivar os Estados membros a explorar conjuntamente os recursos marítimos que dispõe.

O secretário-geral da CPLP considera ainda importante que os Estados criem mecanismos que facilitem cada vez mais a circulação de cidadãos, de modo a que sintam os benefícios de serem membros da comunidade.

Apela o apoio dos Estados membros a Guiné Equatorial para facilitar a sua inserção, particularmente, no aprendizado do português, atendendo que nem todos os povos colonizados por Portugal se exprimem, de facto, na língua de Camões.

Pede a que se valorize outros aspectos como a cooperação empresarial, na qual a Guiné Equatorial tem dado contribuição aceitável.

O secretário-geral da CPLP afirmou que na Guiné-Bissau a situação está controlada mas merece igualmente apoio para o avanço do processo democrático e a estabilidade política do país, sem pressões que prejudiquem o país.

Temos de deixar os guineenses criar espaços para que desenvolvam, sem interferências internacionais. (portalangop.co.ao)

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