Presidente de Moçambique assegura consolidação da democracia

Filipe Nyusi - PR de Moçambique (Foto: Francisco Miído)
Filipe Nyusi - PR de Moçambique (Foto: Francisco Miído)
Filipe Nyusi – PR de Moçambique (Foto: Francisco Miído)

O Presidente de Moçambique, Filipe Jacinto Nyusi, disse nesta segunda-feira, em Luanda, que o seu país e Angola continuam a consolidar o estado Democrático e de Direito, e felicitou o governo e o povo angolano pelos êxitos que têm alcançado na manutenção da paz e estabilidade.

“Neste e noutros domínios continuaremos a privilegiar a troca de experiências”, sublinhou o estadista moçambicano, quando discursava na abertura das conversações oficiais entre delegações ministeriais dos dois países, por ocasião da sua visita de Estado à República de Angola, iniciada domingo.

Advogou que Angola e Moçambique devem congratular-se pelo papel que têm desempenha no âmbito dos PALOP, da CPLP, da SADC, da União Africana e das Nações Unidas, bem como continuar a privilegiar as consultas e concertação na participação, interacção e tomada de posições nestes organismos regionais, continentais e internacionais.

Neste sentido, o Presidente de Moçambique disse contar com o apoio de Angola na presidência rotativa do Órgão da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) para a cooperação nas áreas de Política, Defesa e Segurança.

“Na mesma senda, Angola pode contar com o nosso incondicional apoio e solidariedade na sua participação como membro não permanente do Conselho de Segurança das Nações Unidas e na presidência da Conferência Internacional da Região dos Grandes Lagos (CIRGL)”, sublinhou.

“Temos em nossas mãos uma oportunidade ímpar para fazer a diferença nas nossas excelentes relações de amizade e cooperação”, precisou Nyusi, tendo expressado o desejo de liderar um ciclo governativo onde Angola se sinta mais próximo de Moçambique e que os dois povos encontrem nos respectivos países uma alternativa segura para o seu sucesso.

“Desafiamos aos nossos ministro e seus colaboradores para que sejam mais arrojados na procura de soluções sustentáveis e boas práticas de cooperação que permitam maximizar os nossos recursos humanos e materiais para o alcance do bem comum”, concluiu o estadista. (portalangop.co.ao)

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