Paz e reconciliação imperativos do desenvolvimento – Albina Assis

Albina Assis (Foto: Clemente Santos)
Albina Assis (Foto: Clemente Santos)
Albina Assis (Foto: Clemente Santos/Arq)

A comissária-geral de Angola para a Expo 2015 exortou, quinta-feira, os angolanos a lutarem pela consolidação da paz e reconciliação nacional como imperativos essenciais para o desenvolvimento.

Albina Assis Africano fez este apelo, em Roma, durante uma palestra subordinada ao tema “Independência, Paz e Reconciliação Nacional”, organizada pela Embaixada de Angola na Itália, no âmbito das comemorações dos 40 anos da independência, assinalado no dia 11.

A nacionalista angolana considerou a paz, a estabilidade e a reconciliação nacional como sendo os “três tesouros essenciais para o desenvolvimento da nossa economia e, com ela, a melhoria da qualidade de vida do nosso povo”.

Acrescentou que, que consolidada a paz, estabilidade e a reconciliação nacional, Angola prossegue a sua estratégia sócio-económica com vista a melhoria da qualidade de vida das populações em geral e, particularmente, das comunidades rurais.

Segundo Albina Assis, “este facto é visível nos Programas Nacionais de Educação, Saúde, Desenvolvimento e Modernização Agro-pecuária, Construção, Indústria e Desenvolvimento Tecnológico visando a criação de uma economia verdadeiramente forte, assente numa maior intervenção do mercado, aperfeiçoando e reforçando a iniciativa privada, criando as bases seguras para a redução da pobreza”.

Na palestra, Albina Assis notou que a Paz e a Reconciliação Nacional têm ocupado um lugar privilegiado na Agenda Nacional, de tal modo que Angola tem vindo a representar em África uma porta aberta para apoio a resolução de conflitos.

Na conferência, presenciada por diplomatas, estudantes e clérigos católicos angolanos em formação em Roma, dissertou também o padre Francisco Katchilingitchimwe, da diocese de Benguela, que falou do “Amor a Angola/homenagem a angolana e ao angolano”.

Na sua exposição, o sacerdote, doutorando em filosofia, afirmou que “sem reconciliação do ser humano consigo mesmo, da família angolana consigo mesma, a paz não cresce”.

Na sua argumentação, o recorreu à definição de reconciliação como sendo o restabelecimento de relações, entre duas ou mais pessoas, que andavam desavindas. (portalangop.co.ao)

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