OMA consternada com a morte da militante Maria Judite Santos

Organização de Mulheres Angolana (OMA) (Foto: Angop)
Organização de Mulheres Angolana (OMA) (Foto: Angop)
Organização de Mulheres Angolana (OMA) (Foto: Angop)

O secretariado executivo nacional da Organização da Mulher Angolana (OMA) lamenta o passamento físico de uma das fundadoras desta organização, Maria Judite Santos, ocorrido neste domingo, em Lisboa (Portugal), vítima de doença.

Uma mensagem de condolências da OMA, que Angop teve hoje acesso, destaca as qualidades da malograda, sublinhando que a mesma iniciou as suas actividades em prol da organização, na clandestinidade em Leopoldiville, Kinshasa, onde demonstrou de forma ímpar o seu patriotismo e amor ao próximo.

Adianta que Maria Judite Santos “Mariazinha”, desde muito cedo envolveu-se na luta de clandestinidade onde realizou actividades de disseminação de informação política, solidariedade com os angolanos detidos nas cadeias, apoio aos guerrilheiros e as famílias, assim como participou activamente no Centro Voluntário de Assistência aos Angolanos e Refugiados (CVAAR) e nos Serviços de Assistência Médica (SAM).

A OMA recorda neste momento de tristeza e elevada auto-estima de Maria Judite dos Santos, bem como o espírito nacionalista, que a levaram a separar-se da família e a juntar-se ao MPLA, nas suas várias etapas de luta e intervenção política. (portalangop.co.ao)

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