Nova sede da Assembleia Nacional inaugurada na próxima terça feira

(Foto: D.R.)
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O novo edifício-sede da Assembleia Nacional de Angola, vai ser inaugurado no próximo dia 10 de novembro, no âmbito das comemorações dos 40 anos da independência do país

O novo Centro Po­lítico e Adminis­trativo de Luanda começou a ser construído em maio de 2010, envolve envolve uma área de 35.867 metros quadrados de escritórios, 11.341 metros quadrados de área glo­bal para a assembleia (plená­rio) e 3.191 metros quadrados para serviços.

Segundo a Lusa a nova casa das leis construído pela empresa portuguesa Tei­xeira Duarte representou um investimento público superior a 185 milhões de dólares e está integrada num complexo cons­tituído por três edifícios e dois parques de estacionamento para 503 viaturas.

De acordo com informações do parlamento, o processo de mudança de insta­lações arrancará a 16 de Novembro e só estará concluído a 10 de Dezembro. O edifício principal, a inaugurar na véspera do dia da independência nacional (11 de Novembro de 1975), conta com seis pisos, quatro superiores e dois subterrâneos.

Segundo o Secretário-geral da Assembleia Pedro Agostinho de Neri, a mudança para o actu­al edifício-sede da Assembleia Nacional impõe novas exigên­cias e grandes desafios, sobre­tudo na gestão, a responsabili­dade laboral bem como os níveis de proactividade.

Pedro Agosti­nho de Neri assegurou que estão criadas as condições para que os funcionários parlamentares sejam “os melhores”, em termos de desempenho, em compara­ção com os quadros de outras instituições públicas. Basta que, tirem a máxima rentabilidade da “tecnologia de ponta” colocada à disposição dos funcionários parlamentares, que devem aliar as novas condições de trabalho a uma “nova atitude na busca pelo conhecimento”, advertiu o Secretário-geral.

A nova sede, está localizada no bairro Kinan­ga, na Samba, em Luanda, com denominação de Centro Políti­co e Administrativo de Luanda (CPA), junto ao Centro Cultural Agostinho Neto, iniciou-se em Maio de 2010 devendo.

Cerca de 1500 trabalhadores estão envolvidos na construção dos quais 1150 angolanos e os restantes expatriados. (semanarioeconomico.ao)

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