Nervosismo do regime angolano aumenta antes de começar o julgamento dos ativistas presos

LUATY BEIRÃO. O luso-angolano fotografado com a mulher e a filha, antes de ser detido em Luanda (Foto: D.R.)
LUATY BEIRÃO. O luso-angolano fotografado com a mulher e a filha, antes de ser detido em Luanda (Foto: D.R.)
LUATY BEIRÃO. O luso-angolano fotografado com a mulher e a filha, antes de ser detido em Luanda
(Foto: D.R.)

O luso-angolano Luaty Beirão e outros 16 ativistas começam segunda-feira a ser julgados em Angola, no mais mediático julgamento da história do país. Nervosismo aumenta no regime.

Com todos os caminhos a darem para o Tribunal Provincial de Luanda, Angola prepara-se para assistir, na próxima 2º feira, ao julgamento político mais mediático na história recente do país.

O início da audição de 17 ativistas acusados de envolvimento em “atos preparatórios para uma rebelião e para um atentado” contra o Presidente Eduardo dos Santos, começa a marcar, a partir de agora, a agenda política angolana.

Mas, a defesa, alegando não ter tido, até ao momento, acesso ao processo, não deixa de acusar o ministério público de pretender, com esta situação, forçá-la a adiar o julgamento, depois de, à ultima hora, ter procedido à mudança de instalações do tribunal. (expresso)

Por: Gustavo Costa

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